MDC: seus dados externos dentro do Hub
Conecte bancos de dados e APIs que sua empresa já usa e transforme esses dados em endpoints que abastecem o Marvin, os Dashboards e sistemas de fora.
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Primeiros passos
Produtividade e trabalho
- Tarefas: organize o trabalho do time
- Criar e acompanhar uma tarefa
- Formulários de entrada: capture respostas que viram ação
- Gravador de Voz: a reunião vira texto pesquisável
- Registrar e revisar horas de trabalho
- Chat: a conversa do time dentro do Hub
- Solicitações internas que viram tarefa
- Lógica condicional: um formulário, caminhos diferentes
CRM e Vendas
- CRM: organize o processo comercial
- Cadastros: contatos, empresas e produtos em um lugar só
- Configurar um funil de vendas
- Criar e acompanhar uma oportunidade
- Criar uma oportunidade a partir do WhatsApp
- Operar oportunidades com o Marvin
- Do formulário ao funil: o lead que cai direto no CRM
- Do lead novo à primeira abordagem, com skills
- Base de argumentos de venda no Brain, com o Marvin
- Gerenciador de Anúncios: suas campanhas em um lugar só
- Venda do CRM vira operação de Comex sem redigitar
Atendimento e CS
Financeiro e operação
- Tesouraria: o dinheiro da empresa, do recebível ao pago
- PDV: a venda de balcão do caixa ao financeiro
- Reservas: do agendamento ao pagamento, sem sair do app
- Do balcão ao financeiro: a venda que já entra como recebível
- Resultados Econômico-Financeiros: o fluxo de caixa do gestor
- Do lançamento ao fechamento do mês, sem a planilha paralela
- Comex: da venda ao acompanhamento da operação
Pessoas e cultura
- Gente e Cultura: o time inteiro em um só lugar
- Academy: do curso ao certificado
- Departamento Pessoal: da admissão ao desligamento
- Onboarding de colaborador: começar bem no Hub
- PDI, 1:1 e feedback: o acompanhamento de cada pessoa
- Admissão e desligamento como processo, não como aviso
- Do eNPS ao plano de ação, sem quebrar o anonimato
- A saída de uma pessoa, sem ponta solta
IA e dados
- Marvin: a IA que opera o Hub com você
- Skills: transforme o que se repete em um comando
- Brain: o conhecimento da empresa em um lugar só
- Dashboards: os números da empresa em painéis
- MDC: seus dados externos dentro do Hub
- MCP: o Hub nas mãos da sua IA
- A reunião que vira conhecimento
- Conectar o Fireflies ao Hub via MDC
- Um resumo que chega sozinho toda semana
- Padronize uma resposta ou processo com uma skill
- Da reunião às ações: resumo no Brain e tarefas, com skills
- Dúvida de atendimento vira FAQ no Brain, com skills
- Venda ganha vira onboarding em tarefas, com skills
- A reunião atualiza a oportunidade no CRM, com skills
- Cofres do Brain: quem vê o quê
O MDC (Marvee Data Connector) é a porta de entrada dos dados que vivem fora do Hub. Sua empresa já tem informação valiosa em outros lugares: um banco de dados próprio, um sistema antigo, a API de um serviço contratado. Conecte essa fonte ao MDC e o dado passa a abastecer o Marvin e os Dashboards, sem migrar nada e sem digitar de novo.
O que é e quando usar
O MDC conecta fontes de dados externas (bancos PostgreSQL e APIs HTTP/REST) e publica endpoints sobre elas: consultas prontas, com nome, rota e parâmetros, que outras ferramentas consomem. É a camada de dados; quem mostra o gráfico é o Dashboards, quem responde a pergunta é o Marvin.
| Use o MDC para | Não use o MDC para |
|---|---|
| Conectar um banco de dados ou API que a empresa já usa e consultar sem sair do Hub | Guardar documentos e conhecimento: use o Brain |
| Publicar endpoints que alimentam gráficos e a IA | Montar os gráficos em si: os gráficos vivem no Dashboards |
| Expor dados curados para um sistema de fora consumir, com chave de API | Registrar vendas ou atendimento: use o CRM e o app WhatsApp |
O que o MDC entrega hoje:
- Fontes de dados: bancos PostgreSQL e APIs (HTTP/REST), com teste de conexão antes de salvar e suporte a SSL e túnel SSH quando o banco exige.
- Catálogo Marvee de provedores de API e servidores MCP, com credenciais e capacidades já descritas. Há opções prontas como Fireflies e Questor ZEN, além de outros provedores exibidos na tela.
- Explorador de banco: tabelas, colunas e uma amostra das primeiras linhas, sem escrever nada.
- Workbench SQL: consultas de leitura direto na fonte, com sugestão de SQL gerada por IA.
- Endpoints: consultas publicadas com rota, método e parâmetros tipados, testáveis num playground antes de entrar em uso.
- Chaves de API e gateway: endpoints consumíveis por sistemas de fora, com escopo por endpoint e data de expiração.
- Credenciais reutilizáveis, guardadas de forma cifrada.
- Controle de acesso fonte a fonte, logs de cada execução e um painel com a saúde dos endpoints.
Conceitos e acesso
Seis termos organizam o app:
| Termo | O que é |
|---|---|
| Fonte | A conexão com um banco PostgreSQL ou uma API externa |
| Endpoint | Uma consulta publicada sobre a fonte, com rota, método e parâmetros |
| Credencial | Um dado de acesso reutilizável entre fontes, guardado cifrado |
| Chave de API | O que autoriza um sistema de fora a consumir seus endpoints |
| Gateway | A porta pública por onde esses sistemas consomem os endpoints |
| Workbench SQL | O editor para escrever e executar consultas de leitura na fonte |
Acesso. O administrador da sua organização libera o app. Além disso, o acesso é controlado fonte a fonte: cada fonte tem sua lista de membros com acesso, e quem gerencia a fonte concede ou revoga esse acesso.
Primeiro uso: passo a passo
- Separe os dados de conexão. Para um banco PostgreSQL: endereço, porta, nome do banco, usuário e senha (e SSL ou túnel SSH, se o banco exigir). Se você não tem esses dados, peça ao responsável técnico pelo sistema.
- Cadastre a fonte. Abra o app, crie uma nova fonte e escolha Postgres, HTTP ou MCP. Para HTTP e MCP, procure primeiro o provedor no catálogo Marvee e preencha somente os dados pedidos. Em uma conexão própria, preencha a configuração e teste a conexão antes de salvar.
- Explore os dados. Com a fonte salva, navegue pelas tabelas e colunas no explorador de banco e veja uma amostra das primeiras linhas. Para ir além, o Workbench SQL executa consultas de leitura, com sugestão de SQL por IA. O MDC também pode aprender com IA um resumo da estrutura da fonte, o que melhora as consultas geradas a partir de linguagem natural (isso consome créditos de IA).
- Publique um endpoint. Transforme a consulta que interessa num endpoint: nome, rota, método e parâmetros (com tipo, obrigatoriedade e valor padrão). Execute no playground para conferir o resultado antes de usar. Dá para duplicar, ativar e desativar endpoints conforme o uso evolui.
- Use o dado onde ele importa. Aponte um gráfico do Dashboards para o endpoint, pergunte ao Marvin no chat, ou crie uma chave de API para um sistema de fora consumir o endpoint pelo gateway.
- Acompanhe. Os logs registram cada execução; o painel resume o tráfego, a saúde dos endpoints e avisa das chaves de API perto de expirar.
Checklist do primeiro uso: conectar uma fonte real, testar a conexão antes de salvar, publicar um endpoint validado no playground e ver o dado aparecer num dashboard ou numa resposta do Marvin.
Limites e erros comuns
| Expectativa | Realidade hoje |
|---|---|
| Todo sistema externo aparece no catálogo | O catálogo já traz provedores validados, mas não cobre qualquer sistema. Quando o provedor não estiver disponível, use uma API HTTP própria ou solicite uma nova integração |
| Conectar qualquer tipo de banco de dados | O banco com suporte direto hoje é o PostgreSQL; para outros sistemas, o caminho é a API deles |
| Editar os dados do sistema de origem pelo Hub | O explorador, o workbench e o Marvin executam consultas de leitura; comandos que alteram dados são bloqueados |
| O MDC monta relatórios e gráficos | O MDC entrega o dado; o gráfico é montado no Dashboards e o relatório, pelo Marvin |
Erros comuns de quem começa: salvar a fonte sem testar a conexão (o teste existe justamente para errar barato), publicar endpoint sem rodar no playground, criar chave de API com acesso a todos os endpoints quando um só resolveria (prefira escopo específico e defina expiração) e deixar uma chave expirar sem perceber (o painel lista as chaves perto de vencer; olhe de tempos em tempos).
Próximo passo
Com a fonte conectada e os primeiros endpoints no ar, o MDC vira o alicerce de dados do resto do Hub:
- Dashboards: use os endpoints como fonte dos seus gráficos e acompanhe os números do sistema externo lado a lado com os dados do próprio Hub.
- Marvin: pelo chat, ele lista fontes, explora tabelas, executa consultas de leitura, cria e edita endpoints e gerencia chaves de API, sempre pedindo sua confirmação antes de qualquer alteração.
- Gateway: quando outro sistema da empresa precisar do dado curado, crie uma chave de API com escopo restrito e entregue o endpoint pronto, com logs e saúde acompanhados no painel.
Não resolveu?
Abra um chamado pelo botão de suporte dentro do Hub. Nosso time responde e, quando é problema de produto, ele vira uma correção rastreável.