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MDC: seus dados externos dentro do Hub

Conecte bancos de dados e APIs que sua empresa já usa e transforme esses dados em endpoints que abastecem o Marvin, os Dashboards e sistemas de fora.

Disponível em: Todos os planos Atualizado em 2026-08-03
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O MDC (Marvee Data Connector) é a porta de entrada dos dados que vivem fora do Hub. Sua empresa já tem informação valiosa em outros lugares: um banco de dados próprio, um sistema antigo, a API de um serviço contratado. Conecte essa fonte ao MDC e o dado passa a abastecer o Marvin e os Dashboards, sem migrar nada e sem digitar de novo.

O que é e quando usar

O MDC conecta fontes de dados externas (bancos PostgreSQL e APIs HTTP/REST) e publica endpoints sobre elas: consultas prontas, com nome, rota e parâmetros, que outras ferramentas consomem. É a camada de dados; quem mostra o gráfico é o Dashboards, quem responde a pergunta é o Marvin.

Use o MDC paraNão use o MDC para
Conectar um banco de dados ou API que a empresa já usa e consultar sem sair do HubGuardar documentos e conhecimento: use o Brain
Publicar endpoints que alimentam gráficos e a IAMontar os gráficos em si: os gráficos vivem no Dashboards
Expor dados curados para um sistema de fora consumir, com chave de APIRegistrar vendas ou atendimento: use o CRM e o app WhatsApp

O que o MDC entrega hoje:

  • Fontes de dados: bancos PostgreSQL e APIs (HTTP/REST), com teste de conexão antes de salvar e suporte a SSL e túnel SSH quando o banco exige.
  • Catálogo Marvee de provedores de API e servidores MCP, com credenciais e capacidades já descritas. Há opções prontas como Fireflies e Questor ZEN, além de outros provedores exibidos na tela.
  • Explorador de banco: tabelas, colunas e uma amostra das primeiras linhas, sem escrever nada.
  • Workbench SQL: consultas de leitura direto na fonte, com sugestão de SQL gerada por IA.
  • Endpoints: consultas publicadas com rota, método e parâmetros tipados, testáveis num playground antes de entrar em uso.
  • Chaves de API e gateway: endpoints consumíveis por sistemas de fora, com escopo por endpoint e data de expiração.
  • Credenciais reutilizáveis, guardadas de forma cifrada.
  • Controle de acesso fonte a fonte, logs de cada execução e um painel com a saúde dos endpoints.

Conceitos e acesso

Seis termos organizam o app:

TermoO que é
FonteA conexão com um banco PostgreSQL ou uma API externa
EndpointUma consulta publicada sobre a fonte, com rota, método e parâmetros
CredencialUm dado de acesso reutilizável entre fontes, guardado cifrado
Chave de APIO que autoriza um sistema de fora a consumir seus endpoints
GatewayA porta pública por onde esses sistemas consomem os endpoints
Workbench SQLO editor para escrever e executar consultas de leitura na fonte

Acesso. O administrador da sua organização libera o app. Além disso, o acesso é controlado fonte a fonte: cada fonte tem sua lista de membros com acesso, e quem gerencia a fonte concede ou revoga esse acesso.

Primeiro uso: passo a passo

  1. Separe os dados de conexão. Para um banco PostgreSQL: endereço, porta, nome do banco, usuário e senha (e SSL ou túnel SSH, se o banco exigir). Se você não tem esses dados, peça ao responsável técnico pelo sistema.
  2. Cadastre a fonte. Abra o app, crie uma nova fonte e escolha Postgres, HTTP ou MCP. Para HTTP e MCP, procure primeiro o provedor no catálogo Marvee e preencha somente os dados pedidos. Em uma conexão própria, preencha a configuração e teste a conexão antes de salvar.
  3. Explore os dados. Com a fonte salva, navegue pelas tabelas e colunas no explorador de banco e veja uma amostra das primeiras linhas. Para ir além, o Workbench SQL executa consultas de leitura, com sugestão de SQL por IA. O MDC também pode aprender com IA um resumo da estrutura da fonte, o que melhora as consultas geradas a partir de linguagem natural (isso consome créditos de IA).
  4. Publique um endpoint. Transforme a consulta que interessa num endpoint: nome, rota, método e parâmetros (com tipo, obrigatoriedade e valor padrão). Execute no playground para conferir o resultado antes de usar. Dá para duplicar, ativar e desativar endpoints conforme o uso evolui.
  5. Use o dado onde ele importa. Aponte um gráfico do Dashboards para o endpoint, pergunte ao Marvin no chat, ou crie uma chave de API para um sistema de fora consumir o endpoint pelo gateway.
  6. Acompanhe. Os logs registram cada execução; o painel resume o tráfego, a saúde dos endpoints e avisa das chaves de API perto de expirar.

Checklist do primeiro uso: conectar uma fonte real, testar a conexão antes de salvar, publicar um endpoint validado no playground e ver o dado aparecer num dashboard ou numa resposta do Marvin.

Limites e erros comuns

ExpectativaRealidade hoje
Todo sistema externo aparece no catálogoO catálogo já traz provedores validados, mas não cobre qualquer sistema. Quando o provedor não estiver disponível, use uma API HTTP própria ou solicite uma nova integração
Conectar qualquer tipo de banco de dadosO banco com suporte direto hoje é o PostgreSQL; para outros sistemas, o caminho é a API deles
Editar os dados do sistema de origem pelo HubO explorador, o workbench e o Marvin executam consultas de leitura; comandos que alteram dados são bloqueados
O MDC monta relatórios e gráficosO MDC entrega o dado; o gráfico é montado no Dashboards e o relatório, pelo Marvin

Erros comuns de quem começa: salvar a fonte sem testar a conexão (o teste existe justamente para errar barato), publicar endpoint sem rodar no playground, criar chave de API com acesso a todos os endpoints quando um só resolveria (prefira escopo específico e defina expiração) e deixar uma chave expirar sem perceber (o painel lista as chaves perto de vencer; olhe de tempos em tempos).

Próximo passo

Com a fonte conectada e os primeiros endpoints no ar, o MDC vira o alicerce de dados do resto do Hub:

  • Dashboards: use os endpoints como fonte dos seus gráficos e acompanhe os números do sistema externo lado a lado com os dados do próprio Hub.
  • Marvin: pelo chat, ele lista fontes, explora tabelas, executa consultas de leitura, cria e edita endpoints e gerencia chaves de API, sempre pedindo sua confirmação antes de qualquer alteração.
  • Gateway: quando outro sistema da empresa precisar do dado curado, crie uma chave de API com escopo restrito e entregue o endpoint pronto, com logs e saúde acompanhados no painel.