Automação, skill e Marvin: quem faz o quê
Três mecanismos que parecem o mesmo e resolvem problemas diferentes. O teste que decide qual usar, o padrão que combina os três e o custo de escolher errado.
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Primeiros passos
Produtividade e trabalho
- Tarefas: organize o trabalho do time
- Criar e acompanhar uma tarefa
- Formulários de entrada: capture respostas que viram ação
- Gravador de Voz: a reunião vira texto pesquisável
- Registrar e revisar horas de trabalho
- Chat: a conversa do time dentro do Hub
- Solicitações internas que viram tarefa
- Lógica condicional: um formulário, caminhos diferentes
- A tarefa que nasce dentro do app onde o trabalho está
- E-mail: a sua caixa dentro do Hub
- Conectar a caixa com o Google
- Conectar a caixa por servidor próprio
- Escrever, responder e encaminhar
- Criar um bot no Chat
CRM e Vendas
- CRM: organize o processo comercial
- Cadastros: contatos, empresas, produtos e serviços em um lugar só
- Configurar um funil de vendas
- Criar e acompanhar uma oportunidade
- Criar uma oportunidade a partir do WhatsApp
- Operar oportunidades com o Marvin
- Do formulário ao funil: o lead que cai direto no CRM
- Do lead novo à primeira abordagem, com skills
- Base de argumentos de venda no Brain, com o Marvin
- Gerenciador de Anúncios: suas campanhas em um lugar só
- Venda do CRM vira operação de Comex sem redigitar
Atendimento e CS
- WhatsApp: um número da empresa, o time inteiro atendendo
- Central de atendimento compartilhada no WhatsApp
- Pesquisa de satisfação com formulários de entrada
- Implantação: acompanhe cada cliente até a ativação
- Ligar a transcrição automática dos áudios do WhatsApp
- Listas e responsável: organizar a caixa compartilhada
Financeiro e operação
- Tesouraria: o dinheiro da empresa, do recebível ao pago
- PDV: a venda de balcão do caixa ao financeiro
- Reservas: do agendamento ao pagamento, sem sair do app
- Do balcão ao financeiro: a venda que já entra como recebível
- Resultados Econômico-Financeiros: o fluxo de caixa do gestor
- Do lançamento ao fechamento do mês, sem a planilha paralela
- Comex: da venda ao acompanhamento da operação
- Contas e saldo inicial: o ponto de partida do dinheiro
- Plano de contas e centro de custo: dar sentido aos números
- Títulos, parcelas e baixas: o dia a dia do contas a pagar e a receber
Pessoas e cultura
- Gente e Cultura: o time inteiro em um só lugar
- Academy: do curso ao certificado
- Departamento Pessoal: da admissão ao desligamento
- Onboarding de colaborador: começar bem no Hub
- PDI, 1:1 e feedback: o acompanhamento de cada pessoa
- Admissão e desligamento como processo, não como aviso
- Do eNPS ao plano de ação, sem quebrar o anonimato
- A saída de uma pessoa, sem ponta solta
- Recrutamento e Seleção: da necessidade à vaga publicada
- Abrir uma solicitação de vaga
- Aprovar ou reprovar uma solicitação de vaga
- Publicar a página de carreiras
- Transferir um colaborador entre empresas
- Configurar os funis do Departamento Pessoal
IA e dados
- Marvin: a IA que opera o Hub com você
- Skills: transforme o que se repete em um comando
- Brain: o conhecimento da empresa em um lugar só
- Dashboards: os números da empresa em painéis
- MDC: seus dados externos dentro do Hub
- MCP: o Hub nas mãos da sua IA
- A reunião que vira conhecimento
- Conectar o Fireflies ao Hub via MDC
- Conectar o Marvee Hub ao Claude
- Um resumo que chega sozinho toda semana
- Padronize uma resposta ou processo com uma skill
- Da reunião às ações: resumo no Brain e tarefas, com skills
- Dúvida de atendimento vira FAQ no Brain, com skills
- Venda ganha vira onboarding em tarefas, com skills
- A reunião atualiza a oportunidade no CRM, com skills
- Cofres do Brain: quem vê o quê
- Limitar o alcance de uma chave de API
Arquitetura e Gestão na Era da IA
Automações e integrações
- Automações: o que roda sozinho entre os apps
- Criar a sua primeira automação
- O que dá para automatizar hoje
- Condição, espera e caminhos diferentes no mesmo fluxo
- Acompanhar execuções e consertar uma automação
- Descobrir que uma automação falhou
- Automação que roda em horário, não em evento
- Disparar uma automação a partir de um sistema de fora
- Chamar um sistema externo no meio do fluxo
- Chave de API: conectar um sistema ao Hub
- O negócio ganho abre a implantação sozinho
- Parcela vencida vira cobrança com dono e prazo
- A admissão monta o kit de entrada da pessoa
- A mensagem nova já chega triada
- Reserva confirmada gera o contrato e avisa o cliente
- Estoque zerado avisa quem compra
- A conexão do WhatsApp caiu e o time soube na hora
- Chamado aberto vira tarefa do time responsável
Conta e administração
- Membros e permissões: quem entra e o que cada um acessa
- Planos, assinatura e créditos de IA
- Precisa de ajuda? Abra e acompanhe chamados sem sair do Hub
- Notificações: onde cada aviso chega
- Minhas Empresas: mais de um CNPJ na mesma organização
- Proteger a sua conta: passkey, app autenticador e sessões
- O que consome crédito de IA, e o que não consome
Quem chega ao Hub com um processo repetitivo na cabeça encontra três caminhos que parecem o mesmo: montar uma automação, escrever uma skill ou simplesmente pedir ao Marvin. A confusão não é de nome, é de natureza: os três fazem trabalho acontecer sem alguém repetir a tarefa, e só um deles é o certo para cada caso. Escolher errado não trava nada, o que é justamente o problema: o processo funciona por algumas semanas e cobra a conta depois, em regra frágil ou em consumo de IA que ninguém sabe explicar.
Três mecanismos, três naturezas
| Mecanismo | O que é | O que garante | O que não faz |
|---|---|---|---|
| Automação | Um combinado fixo: um acontecimento inicia, condições filtram, passos executam | Que o mesmo acontecimento produza sempre o mesmo resultado | Julgar um texto, decidir por bom senso, escrever uma resposta |
| Skill | Uma receita salva que o Marvin executa | Que um pedido que envolve leitura e julgamento saia do mesmo jeito toda vez | Executar as ações de tela dos apps por conta própria |
| Marvin em conversa | O assistente respondendo ao que você pergunta agora | Resposta para a pergunta única, com todo o contexto que ele alcança | Repetir amanhã exatamente o que fez hoje, sem uma receita escrita |
A diferença mais útil é a de custo: automação que só movimenta dado não consome crédito de IA, skill consome toda vez que roda. Isso não torna a skill cara, torna cada uma delas uma decisão.
O teste de decisão
Uma pergunta resolve a maioria dos casos: dado o mesmo acontecimento, o resultado é sempre o mesmo?
- Sempre o mesmo. Quando o negócio é ganho, abrir a implantação e criar a tarefa de kickoff. Não há nada a interpretar. Isso é automação, e resolver com IA é pagar por uma decisão que já estava tomada.
- Depende de ler e julgar. Resumir o que aconteceu na semana, classificar a intenção de uma mensagem que chegou, escrever a resposta no tom certo. Isso é skill, e tentar resolver com condições vira uma regra frágil que quebra na primeira frase fora do padrão.
- Muda a cada vez. “Por que este cliente parou de comprar?” Isso é conversa com o Marvin, e não vale empacotar.
Um segundo teste separa skill de conversa: você escreveria de novo o mesmo pedido longo na semana que vem? Se sim, é skill. Se a pergunta só faz sentido hoje, é conversa.
O erro mais caro
Não é usar IA demais. É montar como skill um processo que ninguém combinou ainda. A automação exige que o processo esteja decidido, e por isso ela expõe o desacordo. A skill aceita a instrução vaga e devolve um resultado que parece bom, mês após mês, sem que ninguém perceba que a operação continua fazendo de três jeitos diferentes.
O padrão que combina os três
A maior parte das rotinas reais não é só um ou só outro. O desenho que funciona separa as responsabilidades assim:
A automação dá o quando. A skill dá o julgamento. A automação entrega.
Na Empresa Aurora, a conferência da carteira toda segunda de manhã fica assim: um fluxo com o gatilho de programação decide que são oito da manhã de segunda; o passo Executar skill do Marvin lê os negócios parados e escreve o resumo com o que merece atenção; os passos seguintes publicam o texto no canal do Chat e criam a tarefa para Carla revisar o que ficou de fora.
Nenhuma das três partes faria isso sozinha. O relógio não sabe julgar, a skill não abre tarefa, e a conversa não acontece se ninguém abrir o Marvin naquela manhã.
Em nome de quem cada coisa roda
Os três mecanismos agem em nome de uma pessoa real, e isso não é detalhe técnico: é o que define o que cada um alcança.
Quando o fluxo dispara por causa de um acontecimento, quem responde é quem causou o acontecimento. Quando ele dispara por horário, sem ninguém envolvido, quem responde é quem criou o fluxo ou a skill. Duas consequências práticas saem daí:
- Acesso. Um passo não alcança o que aquela identidade não alcançaria na tela. Automação que falha por permissão quase sempre é isso.
- Consumo. O crédito da IA entra no nome dessa mesma pessoa, e é por isso que o autor de um fluxo agendado costuma liderar a lista de consumo da empresa.
Vale considerar isso na hora de decidir quem cria o quê. O fluxo crítico da operação não deveria depender do acesso de uma pessoa que pode sair da empresa no mês que vem.
Problemas comuns
| Sintoma | Causa provável | O que fazer |
|---|---|---|
| A automação erra em casos que fogem do padrão | O processo exige julgamento e foi escrito como condição | Troque a decisão frágil por um passo de skill, e mantenha o resto do fluxo como está |
| A skill roda toda semana e o resultado varia | A receita está vaga, ou o que ela faz era determinístico desde o começo | Se o resultado deveria ser sempre igual, aquilo era automação |
| Ninguém sabe explicar o consumo de IA | Passos de IA foram colocados onde uma condição comum resolvia | Reveja os fluxos que rodam com mais frequência |
| A rotina depende de alguém abrir o Marvin | O que existe é uma conversa, não um mecanismo | Empacote como skill e dê a ela um gatilho de horário |
Onde aprofundar
- Automações: o que roda sozinho entre os apps: o modelo de gatilho, condição e passo.
- Skills: transforme o que se repete em um comando: como escrever a receita que garante o mesmo resultado.
- Automação que roda em horário, não em evento: o gatilho que dá o quando ao padrão descrito aqui.
Não resolveu?
Abra um chamado pelo botão de suporte dentro do Hub. Nosso time responde e, quando é problema de produto, ele vira uma correção rastreável.